segunda-feira, 4 de julho de 2016

NR 35 acrescenta anexo sobre Sistema de Ancoragem

Esta semana nosso diretor, Christian Camara, concedeu uma entrevista a Corda News sobre o Anexo II da NR 35.Acreditamos que será bastante esclarecedora!!

Neste entrevista ele destaca pontos como a importância desse novo Anexo, como os sistemas de ancoragens são tratados neste novo anexo, sobre os dispositivos de ancoragem que esta norma atende, quais situações a NR 35 atende, entre outras informações sobre esta norma. 

Então, quer entender mais sobre a NR 35?

Acesse o link abaixo e confira a entrevista inteira. 






1-     De uma forma geral, fale sobre a NR-35?

Uma norma madura, que foi amplamente divulgada e aceita no cenário Brasileiro. Trouxe diversos benefícios para os profissionais que hoje contam com o amparo da legislação para a execução segura dos trabalhos em altura.

2-     Explique a relação do Anexo I com o Anexo II?

Devido a peculiaridade do “Acesso por Corda” como nicho de aplicação do trabalho em altura, entendeu-se por bem, criar uma norma específica para esta atividade. O Anexo “Acesso por Corda” da Nr35 traz pontos importantes como procedimentos para capacitação e certificação dos profissionais, métodos de execução da atividade, equipamentos e riscos específicos. Porém, havia uma lacuna. Com as primeiras normas de EPI, iniciou-se o primeiro passo para fechar o círculo de segurança do trabalho em altura, em seguida com a NR35 e seu primeiro anexo, demos o segundo passo com um método de trabalho e treinamento específico. Porém do que adianta termos os equipamentos corretos e certificados, profissionais capacitados e certificados, se este profissional não possui um “Ponto de Ancoragem” adequado? Com isso, o MTE deu mais um importante passo, criando a comissão de estudos para a elaboração do segundo Anexo da NR35, “Sistemas de Ancoragem”. Este título e o conteúdo deste Anexo, ainda não estão completamente definidos, porém se encontram em fase final e sua definição e emissão, deve ocorrer em breve. Acredito que para fecharmos este círculo, falta pouco. Analisando um trabalho real em altura, teremos em pouco tempo um profissional capacitado, utilizando equipamentos certificados fixados a uma ancoragem adequada. Mas e quando ocorrer uma queda ou uma emergência? Quem irá resgatar este profissional? No mundo do acesso por corda, temos isto muito bem definido, mas temos que lembrar que a grande maioria dos trabalhadores em altura, não possuem uma equipe de acesso por corda disponível e muito menos capacitação para efetuar um resgate em altura com eficiência e eficácia. Por isso eu acredito que logo teremos o ultimo pedaço deste quebra cabeça, fechando, portanto, o círculo de segurança do trabalho em altura, e criando uma norma específica para “Resgates em Altura”.


3-     Em sua opinião, porque é necessário o Anexo II?

Este Anexo, trata do Sistema de Ancoragem como um todo. Englobando os dispositivos de ancoragem fabricados para este fim, ancoragens estruturais e ancoragens diretamente na estrutura. De certa forma, cobrimos todas as possibilidades que um profissional de trabalho em altura possui, para fixar seu equipamento de contenção de quedas e posicionamento. Aliás este é outro fator importante que o anexo traz, a aplicabilidade dos sistemas de ancoragem a atividades de retenção de queda, restrição de movimentação, posicionamento em altura e o acesso por corda – que é de fato uma combinação das formas anteriores. Há também um outro aspecto importante que é o envolvimento do profissional legalmente habilitado na seleção dos pontos de ancoragem estruturais e estruturas de ancoragem onde serão fixados os dispositivos de ancoragem. Este envolvimento é essencial já que desta forma teremos o amparo de um profissional com profundo conhecimento nos aspectos de resistência de materiais para que esta seleção seja feita com segurança. Acredito que junto a este anexo, será emitido um manual comentado como ocorreu com o primeiro anexo. Neste manual, imagino que serão feitas algumas referências a normas técnicas como a NBR16325, que aborda a fabricação de dispositivos de ancoragem. Mais um aspecto importante é a exigência de inspeção destas ancoragens que não poderá ser superior a doze meses.
      Concluindo, teremos mais uma ferramenta que dará garantia ao profissional envolvido em trabalho em altura, para que este possa executar suas atividades com tranquilidade, sabendo que o ponto onde ele fixou seu equipamento de conexão

4-     Comente sobre cada sistema de ancoragem tratado nesse anexo?

Como vimos acima, o sistema de ancoragem é um só. Porém existe uma infinidade de meios de se criar um sistema de ancoragem. O mais importante aqui, é entendermos quem é quem. Para isto, vamos dar alguns exemplos. Há menção na norma, a três “ancoragens” sendo a primeira a “Ancoragem diretamente na estrutura, a segunda “Ancoragem estrutural” a terceira sendo o “Dispositivo de Ancoragem”. Todos estes devem possuir um ponto designado para a fixação do elemento de ligação do profissional (corda, talabarte, conector etc.). Este ponto designado é chamado de “Ponto de Ancoragem”.
Exemplo:
                             I.        Ancoragem diretamente na Estrutura.

O que é?

Pode ser por exemplo, uma escada marinheiro estrutural, ou uma Viga metálica ou coluna de concreto.

Qual o ponto de ancoragem?

Podem ser os degraus onde fixaremos nosso talabarte, a própria viga ou coluna, onde fixaremos uma fita anel, corrente ou estropo. Lembrando que o profissional legalmente habilitado, terá que verificar estes degraus, vigas ou colunas para saber se eles suportam uma possível queda.

                            II.        Ancoragem estrutural

O que é?

       Pode ser uma haste roscada chumbada quimicamente no concreto.

Qual o ponto de ancoragem?

Na haste roscada teremos que fixar a ela um dispositivo de ancoragem fabricado para este fim, que pode ser uma chapeleta ou um olhal.
Como no caso anterior, o profissional legalmente habilitado, terá que verificar esta haste e a sua instalação, para saber se ela suporta uma possível queda.

                           III.        Dispositivo de Ancoragem

O que é?

   Há uma infinidade de dispositivos no mercado, e todos os formatos são cobertos pela NBR16325. Para maiores informações sobre dispositivos de ancoragem, recomendo ler este artigo: http://www.doisdez.com.br/noticias/entenda-a-nbr-16325. Alguns exemplos são, fitas anel, correntes, estropos, tripés, pega-vigas, linhas de vida e muitos outros.

      Qual o Ponto de Ancoragem?

      Cada fabricante deve indicar no dispositivo, o ponto específico de ancoragem. Tripés por exemplo, podem ter seu ponto de ancoragem em uma das pernas, ou no centro. Linhas de vida fixas, podem ter seu ponto de ancoragem apenas no cabo de aço e alguns modelos também permitem a conexão nos postes de apoio do cabo.

5-     As disposições desse anexo se aplicam em quais situações?
     
Este anexo se aplica a todas as formas de trabalho e altura, exceto:

a) atividades recreacionais, esportivas e de turismo de aventura;
b) arboricultura;
c) sistemas de ancoragem para equipamentos de proteção coletiva;
d) sistemas de ancoragem para fixação de equipamentos de acesso;
e) sistemas de ancoragem para equipamentos de transporte vertical ou horizontal de pessoas ou materiais;


6-     Fale sobre os principais riscos da atividade?

Apesar do primeiro risco que vem à cabeça de qualquer um quando associamos trabalho em altura, a queda, não é a principal causa de incidentes neste segmento, porém é a principal causa de fatalidades! É muito mais comum, termos incidentes não fatais, leves ou graves, associados a ergonomia, utilização de máquinas e ferramentas, exposição a intempéries como calor excessivo ou frio excessivo, além de choques elétricos entre outros. Temos que lembrar que o trabalho em altura costuma levar a condição de trabalho ao extremo, não pela altura, mas sim pela exposição.
Imaginemos um pintor pintando uma parede, em pé no chão. Agora imaginemos ele suspenso. Como levar a tinta? Onde prender o pincel? Quanto tempo ele demora para descer se começar a chover ou fazer um calor intenso? As cordas penduradas podem bater numa fiação elétrica? Se começar a ventar de repente, as cordas podem se enrolar, ou o profissional pode se colidir com a parede? Depois de quanto tempo suspenso, o cinturão passará a incomodar o profissional? É preciso utilizar um assento conforto?
Enfim, como vemos, com um sistema sólido de ancoragem, equipamento e treinamento, os riscos de queda são reduzidos drasticamente, mas isso não exclui uma boa análise de risco por um profissional experiente na área de segurança e também de trabalho em altura.

7-     Explique porque a certificação profissional é tão importante como fator de segurança?

A certificação independente, garante ao profissional a aptidão necessária para executar a função desejada, de forma segura e eficaz. Garante também ao empregador que aquele profissional irá desempenhar a função para a qual ele está certificado, de forma segura e eficaz. Assim criamos valor e destaque para o profissional e confiança para o empregador.





Christian Camara

Diretor executivo da empresa Dois Dez Industrial – Especialista na fabricação e instalação de dispositivos de ancoragem para trabalhos em altura. Profissional de acesso por corda N3, Instrutor de Acesso por Corda e resgate em altura. Examinador e consultor de Acesso por Corda pela Abendi. Técnico Rigger pela NSL/EAL-UK, especializado em montagem e remoção de plataformas de petróleo. Certificação em técnicas de segurança do trabalho pela EVOLVE e IOSH – UK. Certificado em processos de Análise Preliminar de Riscos pela Shell/Vocam. Primeiros Socorros avançado pela BP, NOGEPA e UKOOA. Auditor Interno ISO-RAC.

sexta-feira, 24 de junho de 2016

A IMPORTÂNCIA DE CONSCIENTIZAR AS PESSOAS PARA O RISCO NO AMBIENTE DE TRABALHO



É comum vermos acidentes no ambiente de trabalho que poderiam ser evitados, de certa forma, caso houvesse uma atenção especial, não só por parte dos empregadores, mas, como também, de todos os que estão expostos ao risco.

Ainda que as empresas invistam em Equipamentos de Proteção Coletiva (EPCs) e Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), se os colaboradores não estiverem dispostos a mudarem seus hábitos no desempenho diário de suas tarefas, a chance de ocorrer um acidente é muito grande.

Pensando nisso, resolvemos escrever um artigo sobre a importância de conscientizar as pessoas quanto ao risco de acidentes no trabalho e como diminuir seus efeitos negativos através da utilização de equipamentos de proteção.

1)    Identifique os riscos

Primeiramente, analise e mapeie os possíveis riscos envolvidos no seu ambiente de trabalho. Como, por exemplo, riscos ergométricos, trabalho em altura, aproximação de locais tóxicos, entre outros. Após identificá-los e ponderá-los, estabeleça todas as medidas necessárias para evitar que estes possam causar a algum acidente.
Durante sua análise, é importante verificar se a sua empresa atende de maneira correta todos os requisitos normativos vigentes.




2)    Comunique os riscos

Ao comunicar os riscos aos envolvidos, utilize uma linguagem simples e clara, de modo que todos, independentemente, do nível hierárquico ou escolaridade, possam compreender. Uma dica é sempre utilizar ilustrações que estejam dentro da realidade do seu ambiente de trabalho. Pois, essas proporcionarão uma visão mais objetiva e realista ao colaborador.
É indispensável educar os colaboradores, por exemplo, quanto à maneira correta de operar máquinas, utilizar ferramentas, equipamentos e sistemas, os orientar quanto à forma de acesso correta a locais que possam apresentar risco à segurança, entre outras instruções relevantes.
Identifique e explore os melhores meios de comunicação, utilize aqueles que mais impactarão seu público, sejam eles, por meio de placas de aviso, e-mail marketing informativo, cartilhas, e-books, palestras, vídeos, treinamentos, entre outros.

Devido notabilidade do assunto, é de extrema importância que os riscos sejam revistos e retransmitidos com frequência, a fim de evitar que caiam no esquecimento.





 • PALESTRAS E TREINAMENTOS
                               










 VÍDEOS
O vídeo abaixo é muito interessante para ajudar a conscientizar a equipe sobre a importância dos EPIs e os riscos de queda:





     • PLACAS INFORMATIVAS












3)    Oriente sobre a utilização dos EPIs

Muitas empresas apenas entregam os EPIs para seus colaboradores sem ao menos explicar como, quando e o porquê esses devem ser utilizados. Essa atitude descompromissada e nada educativa na entrega dos equipamentos de segurança faz com que o colaborador não se conscientize sobre sua necessidade e utilidade vital. Sendo assim, é provável que o empregado não os utilize ou não o faça da maneira correta. O que por sua vez, aumenta a chance de acidentes com consequências graves e até fatais.
É essencial orientar a todos sobre a importância da utilização correta dos EPIs. Além de educar, a empresa deve fiscalizar o bom uso de EPI, e advertir o colaborador quando não o utilizar ou não o fizer da maneira apropriada.






4)    Mantenha o ambiente organizado

Podemos usar como exemplo uma situação com a qual nos deparemos com frequência ao acessar os telhados de nossos clientes. Devido à baixa periocidade com que as empresas acessam seus telhados, ao fazê-lo é comum encontrarmos materiais diversos e lixo acumulado, abandonados nas coberturas. Esses dejetos expõem nossa equipe ao risco de tropeçar, escorregar e eventualmente até mesmo sofrer uma queda do telhado.
Sendo assim, é indispensável conscientizar todo o time sobre a importância de sempre manter o ambiente de trabalho organizado e limpo, seja ele externo ou interno. Locais desorganizados tendem a aumentar as chances de ocorrer acidentes.



                                                                     
                                                                       x








Saiba mais, baixe todo o material:



quinta-feira, 24 de março de 2016

COMO UTILIZAR O TALABARTE DE MANEIRA CORRETA?

Este é um assunto que deve ser levado muito a sério, pois a utilização do talabarte de maneira incorreta pode fazer com que o absorvedor de impacto não se abra por completo em caso de uma eventual queda, consequentemente, colocando a vida do usuário em risco.

Abaixo separamos alguma ilustrações que mostram algumas maneiras incorretas de utilizar o talabarte, e, também, a maneira mais indicada para utiliza-lo.


Para saber mais sobre nosso trabalho e soluções acesse nosso site:


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quarta-feira, 23 de março de 2016

VOCÊ SABE OS PASSOS PARA INSTALAR GRAMPOS NO CABO DE AÇO (8 mm) PARA LINHA DE VIDA?


VOCÊ SABE OS PASSOS PARA INSTALAR GRAMPOS NO CABO DE AÇO (8 mm) PARA LINHA DE VIDA?
1. Inicie a instalação do cabo de aço de 8 mm pelo suporte superior. Faça a primeira conexão das extremidades do cabo de aço já com as terminações fixadas à sapatilha que está no olhal do suporte.
2. Certifique-se de que os grampos estão do lado correto conforme desenho abaixo. Utilize sempre três grampos em cada terminação respeitando a distância  entre grampos. Para cabos de aço 5/16 a distância mínima são 48 mm e para 3/8 a distância mínima são 57 mm. Nós, da empresa Dois Dez, utilizamos um valor padronizado para nossos sistemas que são 85 mm, que  está acima dos valores mínimos estabelecidos. Vale ressaltar que essas considerações são indicadas para grampos de linha pesada, além disso, utilizamos  a dobra do chicote de 230 mm.


Para saber mais sobre linha de vida e instalação, acesse nosso site:




quarta-feira, 9 de março de 2016

Cinco coisas que você precisa saber sobre como trabalhar com segurança em altura.



Trabalho em altura apresenta riscos de segurança, e assim, as pessoas devem conscientemente tomar medidas de segurança e proteção para que os acidentes e lesões não aconteçam. Vamos apresentar aqui cinco fatores que você precisa saber quando for executar trabalho em altura.



1.       Não subestime os riscos.



Sempre se proteja utilizando os EPI’s adequados para cada situação de trabalho em altura. Faça um planejamento de trabalho (Análise Preliminar de Risco), envolva todos responsáveis (Trabalhadores, Tec. Segurança do Trabalho, responsáveis da área...), e identifique os riscos de cada atividade. Não subestime trabalho com apenas 2m de altura. Na verdade, a maioria dos acidentes acontecem quando as pessoas estão a 2 metros de altura, do que quando estão a 20 metros e ou acima. Alturas mais baixas podem fazer você se sentir mais confiável e seguro. Previne-se!






2. Considere sempre as regras de segurança e normas regulamentadoras nacionais aplicáveis.



No Brasil temos a NR35, que impõe regras e regulamentos pertinentes de trabalho em altura. Estas regras destinam-se a proteger e ajudar a garantir a sua segurança dos colaboradores. É importante que se informe delas para que você conheça os padrões exigidos para qualquer equipamento de segurança que você precisa usar.










3. Escolha o equipamento de segurança certo para cada atividade.


O mercado de trabalho em altura é repleto de equipamentos de segurança para trabalhos em altura. Antes mesmo de fazer uma compra, identifique o trabalho a ser executado e a natureza de suas atividades. Perguntas como: Qual é o tipo de trabalho a ser feito? Onde que você precisa trabalhar? Quantas pessoas estão envolvidas? Quais os riscos destas atividades? Estes são apenas alguns dos fatores que devem ser considerados. Seria ainda melhor procurar o aconselhamento de especialistas na área.

   










4. Use apenas produtos certificados.

Acidentes e lesões de trabalho em altura podem trazer uma série de transtornos e prejuízos. Busque por equipamentos que foram certificados e aprovados pelos padrões nacionais e internacionais de segurança e qualidade. Procure fornecedores que dão suporte completo para que você saiba como limpar corretamente e guarde o equipamento em local apropriado. Depois de comprar e usar um, certifique-se de inspecionar regularmente e mantê-lo para mantê-lo na condição de trabalho ideal em todos os momentos.





















5. Certifique-se de que você sabe como usar o seu equipamento.

Às vezes, lesões e acidentes acontecem porque as pessoas realmente não sabem como usar seus equipamentos de segurança. Para evitar erros, você tem que ser informado sobre como utilizar os equipamentos corretamente, ´pode ser por um treinamento de produto adequada de seus fabricantes ou a partir de centros de formação. Não tenha medo de fazer perguntas sobre como usar o produto. Se tiver dúvida não execute o trabalho!








quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

FASES DA PPRODUÇÃO DOS DISPOSITIVOS DE ANCORAGEM



Decidimos compartilhar com vocês um pouco da nossa produção dos Dispositivos de Ancoragem.

Estas são algumas das fases que o produto passa até chegar a etapa final, conforme mostra o vídeo e as fotos abaixo.


Para saber mais dos nossos dispositivos de ancoragem acesse nosso site, ou entre em contato:
19 38292220